12/06
Só para mostrar que ainda estamos vivos!

Só para mostrar que ainda estamos vivos!

Já mencionamos algumas vezes o quão difícil é, para nós, encontrar pessoas interessantes para sair. Assim, decidimos aproveitar o potencial desse humilde blog para nos ajudar nisso: se você, leitor(a), curte a gente e quer sair conosco, leia atentamente este post.

Estávamos há um bom tempo sem fazer nada com terceiros. Ano passado houve uma interação legal em uma ida à Asha, mas, tirando isso, só derrotas: vidas corridas, péssimas interações em redes sociais, e as outras visitas a casas de swing terminaram no zero a zero.

Esse é um relato diferente dos outros que costumamos postar por aqui. Tem muito menos sexo do que vocês gostariam, mas talvez explique o porquê de estarmos mais calmos nos últimos tempos – quase sumidos, na verdade.

Em fevereiro fomos a uma “pool party” na Riozin, pousada liberal na Barra da Tijuca, e relatamos nossa experiência aqui. Tivemos uma impressão positiva sobre o local em si – bonito, limpo e bem organizado – mas nos decepcionamos um pouco com o público, que estava mais disposto a conversar do que a fuder. Percebemos que antes de formar uma opinião definitiva deveríamos retornar à casa e conferir se as festas noturnas seriam mais animadas ou teriam o mesmo “ranço de festa de clube” (palavras do DJ da pool party).

De uns anos para cá popularizou-se o uso da palavra “gatilho” para denominar situações que podem causar reações desagradáveis inesperadas em algumas pessoas, trazendo à tona lembranças tristes ou perturbadoras. Embora o termo seja recente, o sentimento é atemporal e universal, faz parte da experiência humana; todos estamos sujeitos a isso. Mas, o que fazer quando você é o gatilho de alguém?