Evangelizando…
De uns dias atrás, quando espalhamos a palavra do wax play para uma grande amiga…

De uns dias atrás, quando espalhamos a palavra do wax play para uma grande amiga…

Um dos critérios que usamos para escolher destinos de viagem é as putarias que o local pode nos proporcionar. Isso ocorre com menos frequência do que gostaríamos, devido ao nosso status de pobres remediados; contudo, aconteceu recentemente, e assim optamos por visitar São Paulo, metrópole com inúmeras opções libidinosas.

Aproveitamos a noite chuvosa de sábado para experimentar as velas que compramos na Viva Hand Made – e, como as fotos e o vídeo abaixo mostram, elas foram aprovadas com louvor!

Este é um post bem objetivo, um tapa-buraco enquanto não temos tempo para desenvolver outros temas que estão em nossa lista de pautas. A intenção dele é ajudar você, exibicionista como nós, a entender melhor quais os limites que Instagram e Twitter – as principais redes usadas por quem quer mostrar suas vergonhas por aí – impõem a conteúdos sensuais e eróticos.

BDSM é algo que sempre atraiu nossa atenção, e temos grande curiosidade a respeito – talvez não possamos dizer que somos adeptos de fato, pois desprezamos liturgias e preciosismos que julgamos dispensáveis, mas sempre que temos vontade adicionamos um pouquinho de dor e submissão a nossos momentos.
De todas as práticas que já realizamos, o wax play é uma de nossas preferidas, e consequentemente irá aparecer algumas vezes por aqui. Para aqueles que pensam em experimentar, uma dica: não usem velas “comuns”, dessas compradas em supermercados/lojas de decoração/artigos religiosos, pois elas queimam a temperaturas mais altas. Prefiram velas específicas para a prática – no nosso caso, adquirimos na Ginger Toys velas mais “frias”, feitas de cera de soja. Detalhes à parte, esperamos que apreciem o resultado!
